domingo, 14 de novembro de 2010

Até quando

Passo o tempo, o acalento cura
Numa noite vi o vulto andar
Nada agora que aparece dura
É tão raro quanto o verbo amar

Me parece um sinal do tempo
Um tanto quanto lento
Vindo me deixar

Uma marca feito tatuagem
Cuja cor parece o tom do azul luar

Aparece logo a essa altura
Deixa rastros que pra sempre ficará
E o que resta é o vago tempo
e como um soldado lento
Se põe a andar


Vou andar pra sempre, hoje, logo e sempre
Disso nunca vou deixar
Vou andar, vou andar...

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